Quando se fala de Expressionismo alemão dos anos 20, provavelmente, pensamos nesse filme. O roteiro é uma adaptação do romance Drácula, de Bram Stoker, embora com nomes de personagens e lugares alterados, pois os herdeiros do escritor não concederam, aos produtores, autorização para adaptar a obra. Processado por violação de direitos autorais, a justiça ordenou a destruição das cópias do filme, mas algumas delas, entre as muitas já distribuídas, permaneceram guardadas até a morte da viúva de Bram Stoker e estão hoje em dia disponíveis em versões restauradas. Essa que apresento, de 95 min., resulta de um remaster dessas cópias, e de outras dispersas por ai, reunidas pelo arquivo do cinema alemão, em 2006.... Narra a história de Conde Orlok, um vampiro dos Montes Cárpatos, que se apaixona perdidamente por Ellen e traz o terror à cidade dela, Wisborg... Nosferatu é considerado um dos primeiros representantes do gênero de terror no cinema, além de sua concepção visual ter exercido forte influência no gênero. Ao mesmo tempo, com um protagonista demoníaco e seu caráter perturbado, a obra é considerada uma representação fiel do cinema da contemporânea República de Weimar (1919/33) (Alemanha depois da 1ª Guerra e antes de Hitler). A música é a peça original de Hans Erdmann, criada para o filme.
Título Original: Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens
Ano de Lançamento: 1922
Direção: F. W. Murnau
País de Produção: Alemanha
Idioma: Apenas música
Duração: 95 min.

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