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Mostrando postagens com marcador Manoel de Oliveira. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 5 de outubro de 2021

Um Filme Falado


 

Título Original: Um Filme Falado
Título no Brasil: Um Filme Falado
Direção: Manoel de Oliveira
Gênero: Comédia/Drama/Guerra/História
Ano de Lançamento: 2003
Duração: 127 min
País: Portugal

Sinopse: Julho de 2001. Rosa Maria (Leonor Silveira), uma professora de História, embarca com a filha, Maria Joana (Filipa de Almeida), em um cruzeiro. O navio sai de Lisboa e atravessa o mar Mediterrâneo com destino a Bombaim, na Índia, onde seu marido a espera. Durante a travessia ela visita pela primeira vez Marselha, as ruínas de Pompéia, Ceuta, Atenas, Cairo e Istambul, sempre falando para a filha sobre a importância destes locais, origens de culturas que marcaram a civilização ocidental.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

O Estranho Caso de Angélica


 

Título Original: O Estranho Caso de Angélica
Título no Brasil: O Estranho Caso de Angélica
Direção: Manoel de Oliveira
Gênero: Drama
Ano de Lançamento: 2010
Duração: 97 min
País: Portugal

Sinopse: Passado na década de 1950, um fotógrafo (Ricardo Trêpa) está hospedado numa pequena pensão, mas tem de acordar subitamente à noite para fotografar uma linda moça (Pilar López de Ayala) que acabara de falecer. O fotógrafo que está na região do Douro para documentar antigos métodos de trabalho nas vinhas, com especial atenção aos chamados cavadores da terra, fica subitamente perturbado pela imagem da falecida.

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Vale Abraão



Depois de Aniki Bóbó, talvez esse Vale Abraão seja o filme mais consensual de Manoel de Oliveira. Aproveitando a habitual inspiração e colaboração da escritora Agustina Besssa-Luís, e seus atores fetiche Leonor Silveira e Miguel Cintra, as mais de 3 horas de filme são acompanhadas por uma história escorreita, agradável aos ouvidos e olhares, num ritmo seguro e feito de forma mais "suportável"...para o espectador. Também eu, gosto desse Vale... pelas margens do Rio Douro, encostas em socalco, cobertas de vinhas, propriedade de Quintas produtoras de vinho do Porto, encontramos Ema, uma adolescente de 14 anos, filha de um desses proprietários, mimada e caprichosa,  mas que vai entendendo que, apesar de sua pequena deficiência fisica, é bonita e o efeito que começa a provocar nos homens... e os anos vão passando.. e nós vamos acompanhando a sua vida, a "aristocracia" da região e os ensinamentos que o próprio rumo que damos a nossas vidas são decisivos para nosso futuro. Com Legendas em português para melhor entendimento da pronúncia.

Título Original: Vale Abraão
Ano de Lançamento: 1993
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal
Idioma: Português
Duração: 202 min.



sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Aniki Bóbó



Se trata da primeira longa de ficção de Manoel de Oliveira. Utilizando crianças da sua cidade natal, o Porto, nos apresenta um filme que, diria, é neo realismo adiantado para a época. Entre o drama e a comédia, se trata do único filme verdadeiamente popular do diretor e que ainda hoje é visto com agrado (integrando a época de ouro do cinema português das décadas de 30 e 40). Aniki Bóbó é uma palavra sem sentido utilizada numa conhecida lenga-lenga para crianças. O filme fala das aventuras e amores desses garotos. É uma viagem à infância, através do olho da câmara e da memória. Dois garotos, o Carlitos (Horácio Silva) e o Eduardinho (António Santos), gostam da mesma garota, a Teresinha (Fernanda Matos). Um é audacioso, brigão, atrevido; o outro é de caráter tímido, bom, sossegado. A rivalidade vai-se acentuando... Se trata da versão renovada, editada em 2010. Com legendas em pt/br. 

Título Original: Aniki Bóbó
Ano de Lançamento: 1942
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal
Idioma: Português
Duração: 68 min.



domingo, 22 de setembro de 2019

O Gebo e a Sombra



Adaptado da peça de Raul Brandão... Apesar da idade e do cansaço, Gebo continua trabalhando como contador para sustentar a família. Vive com a mulher, Doroteia, e a nora, Sofia, mas é a ausência do filho, João, que os preocupa. Gebo parece esconder algo em relação a isso, em particular a Doroteia, que vive na espera ansiosa de rever o seu filho. Sofia também espera o regresso do marido, ao mesmo tempo em que o teme. De repente, João reaparece e tudo muda... Com Michael Lonsdale, Claudia Cardinale, Jeanne Moreau e os habituais Leonor Silveira e Luís Miguel Cintra. Também com o neto do Diretor, Ricardo Trêpa.

Título Original: Gebo et l'ombre/O Gebo e a Sombra
Ano de Lançamento: 2012

Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França
Idioma: Françês
Duração: 91 min.



segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Douro, Faina Fluvial



Tendo recentemente completado 105 anos e preparando mais um filme.. Falamos, agora, da primeira obra de Manoel de Oliveira, uma curta metragem sobre a faina da zona ribeirinha do Douro, feita com meios de amador. O filme é influenciado pela estética vanguardista do documentário soviético, praticada por Dziga Vertov. Estética que Oliveira aqui adopta não como ditames ideológicos mas ao gosto pessoal, o que confere originalidade à obra... A azáfama da zona ribeirinha da cidade do Porto é ilustrada tendo o rio Douro como personagem central, como pano de fundo. Homens, mulheres e crianças, gente humilde, agitam-se no confronto com ele, convergindo num só rosto. O retrato dentro de retrato dá-nos a ver o lugar no tempo e o seu ambiente humano. Havendo o Douro como fundo, surge o encantamento... Era uma vez um jovem de vinte e um anos da cidade do Porto, apaixonado pelo cinema, a quem o pai ofereceu uma máquina de filmar. Ficou radiante, mas pouco sabia daquilo. Pediu a um amigo, fotógrafo amador, que o ajudasse. Tinha visto um filme chamado "Berlim, Sinfonia de uma Cidade" e teve uma ideia: fazer ele um filme sobre a faina do Douro e o meio ribeirinho. Um meio em que se vê trabalhar gente humilde cheia de vida... Sozinhos, metem ambos mãos à obra. Filmam todos os fins-de-semana. Usam uma máquina de filmar de 35 mm, leve, mas pesada em comparação com outras, de 16 mm, que começariam a ser usadas mais tarde, e bastante, a partir dos anos sessenta. Filmam sem som, com possibilidade de rodar apenas planos de curta duração. Esmeram se na fotografia. Pensam sobre o modo de articular as coisas que lhes vão surgindo. Esforçam-se e acabam... Estreou em 1931, como complemento de uma Longa, "Gado Bravo" de  António Lopes Ribeiro... Esta versão, foi remontada em 1994 e com música de Emanuel Nunes - "Litanie du Feu et de la Mer". 

Título Original: Douro, Faina Fluvial
Ano de Lançamento: 1931
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal
Idioma: só música
Duração: 18 min. 



domingo, 15 de setembro de 2019

A Carta



A Carta é uma transposição inspirada no romance do século XVII, La Princesse de Clèves, de Madame de La Fayette, e recriada nos dias de hoje. Mantendo o mesmo pundonor da personagem principal, que na versão A Carta é simplesmente a senhora de Clèves , uma vez que a acção já não é entre príncipes, mas num meio de alta sociedade dos dias de hoje. A história desta princesa evidencia um coração que logo se sente invulgar e que por tão verdadeiro se faz ainda mais fascinante e enriquecedor do drama e personagens... Mademoiselle de Chartres teve sua primeira desilusão amorosa: ela foi abandonada pelo mesmo jovem com que teve um relacionamento aberto.Uma noite, Madame Silva, amiga de sua mãe e esposa do diretor da Fundação Gulbenkian, a apresenta ao renomado médico, Dr. Jacques de Clèves. Ele se apaixona imediatamente pela jovem quando a vê escolhendo um colar em companhia da mãe, num famoso joalheiro da Praça Vendôme. A jovem aceita ser esposa do médico, mesmo não sentindo nenhuma paixão por ele... Venceu o prémio do Juri em Cannes... Com os habituais Leonor Silveira, Luís Miguel Cintra e Ricardo Trêpa (neto do Diretor) e com Chiara Mastroianni e Pedro Abrunhosa (este em estreia nas telas pois é um conhecido cantor e músico português).

Título Original: La Lettre
Ano de Lançamento: 1999
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França, Espanha
Idioma: Francês, Português, Italiano
Duração: 107 min. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Non, ou a Vã Glória de Mandar



O pano de fundo deste filme é a guerra colonial portuguesa, durante a qual um oficial relata aos seus companheiros de armas, enquanto fazem a patrulha pela savana africana, a epopeia de Portugal, uma epopeia construída em torno de grandes derrotas... Lembrando "Os Lusíadas" de Camões, porém, aqui, os vários "quadros "escolhidos se referem, antes, ás grandes tragédias da História Portuguesa e do quanto isso se refletiu na evolução dessa Nação. A novidade é a ser contada pela derrota e não pelas vitórias... As feridas, portanto... A história termina com a revolução de 25 de Abril de 1974, no mesmo dia em que o oficial morre, depois da sua patrulha ter caído numa emboscada... Dizem os entendidos, talvez o filme mais "movimentado" de Oliveira... Com os habituais Diogo Dória, Leonor Silveira, Luís Miguel Cintra e Miguel Guilherme.

Título Original: "Non", ou a Vã Glória de Mandar 
Ano de Lançamento: 1990
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, Espanha, França
Idioma: Português, Espanhol
Duração: 110 min. 



quarta-feira, 7 de agosto de 2019

O Passado e o Presente



Num estilo mais convencional, que flerta com os chamados cinemas novos em erupção na década de 60, alguém disse que esse virá a ser considerado o filme mais cómico de Oliveira... Roçando o Burlesco e de forte sátira social da época, a mulher e sempre a mulher em Oliveira, que a elege como o ser fascinante e pensante entre os homens, geralmente instrumentos... Vanda é uma jovem viúva com vários casamentos passados, que tende a venerar cada marido falecido tanto quanto ela trai e denigre o marido atual... OU.. Os ridículos, a incoerência, o parasitismo da alta burguesia. Tudo gira em torno do desprezo de Vanda, uma jovem mulher, pelos vários maridos em vida, e a mórbida veneração que lhes dedica, uma vez viúva. O resultado desta perpetuação do luto é, entre outros, que Vanda não tem vida sexual (a ameaça fálica é assim evitada de cada vez).
Título Original: O Passado e o Presente
Ano de Lançamento: 1972
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal
Idioma: Português
Duração: 115 min. 




Party



Casados há 10 anos, Leonor (Leonor Silveira) e Rogério (Rogério Samora) decidem comemorar o aniversário com uma festa em sua propriedade, nos Açores. Entre os convidados estão Irene (Irene Papas), uma atriz grega de idade madura, e Michel (Michel Piccoli), seu amante francês. Bon vivant e sedutor, Michel sente-se profundamente atraído pela bela Leonor e ela aceita suas atenções. Rogério e lrene tudo percebem, mas não intervêm, parecendo mesmo divertir-se com a situação. Cinco anos depois, Irene e Michel retornam, atendendo a um convite para jantar. Michel não esqueceu Leonor. A recíproca é verdadeira, com o agravante de que agora a moça sente-se muito mais entediada em sua vida do que antes. O antigo caso recomeça, mas algo inesperado acontece...

Título Original: Party
Ano de Lançamento: 1996
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França
Idioma: Francês, Português
Duração: 95 min. 

Espelho Mágico



José Luciano (Ricardo Trepa) acaba de deixar a prisão. Levado pelo irmão, Flórido, ele vai trabalhar na casa da rica Alfreda (Leonor Silveira). Lá fica conhecendo o maior desejo da moça: presenciar  a aparição da Virgem Maria, para confrontá-la. O responsável por este desejo é um estranho pesquisador bíblico, o professor Heschel (Michel Piccoli), ao revelar a Alfreda que a virgem era rica. O único interesse de Bahia, marido de Alfreda, é ouvir música. Enquanto isso uma trama está sendo armada para realizar o desejo de Alfreda.... OU... a alegoria do "teatrinho" de escola ou popular, levado ao cinema...OU... o conto popular do Touro Azul, espécie de beijo no principe transformado em sapo... Ainda com Lima Duarte, Marisa Paredes, Luís Miguel Cintra, Leonor Baldaque, entre outros.
 
Título Original: Espelho Mágico
Ano de Lançamento: 2005
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal
Idioma: Português, Francês, Espanhol, Inglês
Duração: 137 min. 

Sempre Bela



38 anos depois de descobrir que Séverine Serizy (Bulle Ogier), a esposa de um amigo, se prostituía, Henri Husson (Michel Piccoli) a reencontra em Paris. Ela o evita a todo custo mas ele insiste em encontrá-la. Henri promete revelar um poderoso segredo, algo que Séverine há muito deseja saber e a convence a jantar em seu hotel. Lá, ela pergunta o que ele revelou a seu marido quando este estava mudo e paralítico. Mas Henri não quer dizer se falou ou não sobre a prostituição de Séverine. Para ele, o jantar é apenas outra forma de exercer seu sadismo...OU... Trinta e oito anos depois, as duas personagens de "Belle de jour", de Luis Buñuel, voltam a encontrar-se. Mas ela tenta por todos os meios evitá-lo. Ele, porém, persegue-a e, ainda que contrariada, consegue detê-la face à intenção de lhe revelar o segredo que só ele lhe pode desvendar. Marcam um encontro, um jantar, onde ela espera que tudo lhe seja revelado. Dá-se o jantar onde ela, viúva, aguarda a esperada revelação: o que ele dela dissera ao marido quando este estava mudo e paralítico por causa de um tiro que um amante dela lhe dera...
Título Original: Belle toujours
Ano de Lançamento: 2006
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França
Idioma: Francês
Duração: 68 min. 






terça-feira, 6 de agosto de 2019

Viagem ao Princípio do Mundo



Afonso (Jean-Yves Gautier) é um ator francês que está trabalhando em um longa-metragem cujas filmagens ocorrem em Portugal. Seu pai era português, tendo migrado para a França antes da 2ª Guerra Mundial, o que faz com que tenha interesse em conhecer a vila em que ele morava. Para acompanhá-lo nesta viagem seguem o diretor do filme (Marcello Mastroianni) e outros dois atores (Leonor Silveira e Diogo Dória)...OU... A quase abstração do plano inicial de Viagem ao Princípio do Mundo (a estrada e suas linhas demarcatórias vistas em velocidade, de um ponto de vista que olha pra trás) é ponto de partida para uma viagem pessoal movida pela memória. Manoel de Oliveira insere-se no filme como o chauffeur que conduz os personagens Portugal adentro, em busca da aldeia onde viveu o pai de Afonso (Jean-Yves Gautier). Afonso é ator do filme que Manoel (Marcello Mastroianni) está rodando em Portugal e conta com a ajuda dos amigos Duarte (Diogo Dória) e Judite (Leonor Silveira) para orientá-lo na viagem. A aldeia remota, esse princípio do mundo, no interior de um país que impulsionou uma expansão sem precedentes, é um reduto de memórias fantasmáticas, de um tempo e um espaço ainda desconhecido para os personagens... Último filme de Mastroianni, que morre pouco após as filmagens... E sim, Manoel de Oliveira faz uma ponta como motorista... E o verde do Minho, no Norte de Portugal.

Título Original: Viagem ao Princípio do Mundo
Ano de Lançamento: 1997
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França
Idioma: Português, Francês
Duração: 95 min. 

O Meu Caso



Para este filme Manoel de Oliveira reuniu três textos literários bem diferentes uns dos outros: O Meu Caso, de José Régio, um drama; Pour Finir Encore et Outres foirades, de Samuel Beckett, um poema; e excertos do livro de Job, parte do Antigo Testamento, um épico, na estrita acepção do termo. Para além deste reúne citações de textos pictóricos: como são as várias citações de documentários sobre calamidade no Globo, Guernica, de Pablo Picasso, A Cidade Ideal, de Luciano Lauram (séc XV) e La Gioconda, de Leonardo da Vinci. É desta reunião de textos que Oliveira faz fluir duas artes: o cinema e o teatro ou melhor dizendo, o teatro visto através do cinema. Duas formas diferentes e até há quem as considere opostas, reunidas numa só obra, com um único fim. O cenário é composto por uma panóplia de cores, quentes, frias, sobrevalorizado pela iluminação. A sala - o palco, apresenta-se com mobílias com formas lineares, enquanto outras confundem o olhar. O chão está coberto com carpetes quadrangulares. Assim, está tudo apostos para se dar início à peça/filme, com quatro cantos de cena... OU...Pouco antes do início de uma representação teatral, um desconhecido entra em cena para expor o seu "próprio caso". Logo é interrompido por um trabalhador do teatro, depois por uma atriz, até ao autor e por fim toda a companhia. Cada qual acaba por falar do seu " próprio caso" e gera-se a discussão. A cena vai finalmente ter lugar, mas tudo recomeça da mesma maneira. Ouve-se então um texto de Beckett. Mais uma vez sobe o pano, desta vez o som está ao contrário, uma verdadeira Torre de Babel! Seguidamente assiste-se ao diálogo de Jó com Deus, com os mesmos atores da peça a fazerem de amigos de Jó. No final, Jó e a mulher são felizes na Cidade Ideal de Pierro della Francesca... Com Luís Miguel Cintra, Bulle Ogier, Axel Bogousslavsky, Fred Personne, Heloise Mignot, entre outros.
Título Original: Mon Cas
Ano de Lançamento: 1986
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França
Idioma: Francês
Duração: 92 min. 




O Convento



A trama desenrola-se num misterioso convento isolado na serra da Arrábida, entre Setúbal e Lisboa. Michel (John Malkovich), investigador americano, procura indícios de que William Shakespeare era Judeu espanhol. Acompanhado pela mulher, Helène (Catherine Deneuve), lá ficam algum tempo, vindo-se a envolver de forma estranha com os restantes inquilinos do convento... Ainda com Luís Miguel Cintra, Leonor Silveira e João Bénard da Costa, entre outros.
 
Título Original: O Convento
Ano de Lançamento: 1995
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal, França
Idioma: Português, Inglês, Francês
Duração: 91 min. 

terça-feira, 23 de julho de 2019

Acto da Primavera



nec plus ultra da representação popular da Paixão de Cristo. Filmado por Manoel de Oliveira, com o povo de Curalha, uma aldeia de Chaves, no norte de Portugal. Colaboram também neste filme dois nomes maiores do cinema luso, António Reis e Paulo Rocha.

Título Original: Acto da Primavera
Ano de Lançamento: 1963
Direção: Manoel de Oliveira
País de Produção: Portugal
Idioma: Português
Duração: 94 minutos